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DESCANÇO DO PLANTEL
 

Após a fase de reprodução, muitos criadores acabam por abandonar em parte seu plantel em virtude dos machos pararem de cantar e as fêmeas deixarem de reproduzir. Tudo isso acontece devido ao momento da troca de penas ou descanso do plantel, como queiram chamar. É nesse período que matrizes e reprodutores precisam mais ainda de cuidados especiais.
Agora, é chegada a hora do merecido descanso. Sabemos que foi um período longo de fazer ninhos, chocar os ovos e por fim cuidar dos filhotes. Nada mais justo deles terem um tratamento diferenciado, pois logo estarão enchendo nossos olhos de grandes emoções. Para que consigamos alcançar os objetivos desejados, podemos adotar algumas medidas que, com certeza, irão encher os pássaros de energia para mais uma temporada de sucesso.
Aqui vão algumas dicas que poderão ajudá-los nessa fase:

1. Costumo assim que terminar a reprodução, separar os reprodutores das matrizes. As matrizes são colocadas em grupos de 15 fêmeas no máximo, em voadeiras de 1,5 m de comprimento, para que possam se exercitar o máximo possível. Devemos sempre tomar muito cuidado para que as mesmas não briguem entre si, porém, se isso acontecer, poderá haver danos irrecuperáveis para o plantel.

2. Feita a separação, começa-se um processo de tranqüilidade e “mordomia” para as fêmeas, como por exemplo: muito sol, sendo que no período de reprodução o mesmo foi bem escasso; junto com o sol não pode faltar a banheira de água para que elas possam banhar-se e curtir suas merecidas férias.

3. A alimentação é fator importante nessa época. Costumo alimentá-las de forma não tão diferente do que estão acostumadas na época de reprodução:
• 70% de alpiste;
• 30% de painço;
• Quirera de milho fina misturada com ração de codorna;
• Farinhada acrescida de ovo cozido passado na peneira;
• Uma porção de Grit – minerais.

Alguns criadores adotam as verduras, legumes ou frutas como parte da alimentação, eu, no entanto, aboli completamente este trato, pois entendo que alguns desses alimentos podem vir com agrotóxicos, o que poderá ocasionar intoxicação e perda do plantel. Não dou também larvas ou qualquer outro tipo de inseto.

4. Tendo tomado todo cuidado com alimentação, vêm agora as vitaminas. Dou apenas um complexo vitamínico, sem exagero e de boa qualidade.
5. Para encerrar esse processo de cuidados especiais com o plantel, dou um vermífugo para as matrizes, reprodutores e filhotes.

Não podemos esquecer do tratamento dado aos machos, o qual não foge muito ao das fêmeas, há somente alguns detalhes que os diferenciam:
a) Nesta época, os machos ficam em gaiolas comuns e individuais, sem se verem.
b) Não é dada a ração de codorna em abundância e, sim, em menor quantidade.

Para completar a troca de penas com sucesso, não podemos dispensar uma boa higiene começando pelas gaiolas, as quais deverão passar por uma rigorosa lavagem e desinfecção a critério de cada criador. Outros itens a serem higienizados são os poleiros e os recipientes onde se encontram a comida e a água. Dessa forma, já está sendo preparado o ambiente para a reprodução. Porém, a higiene diária como troca de papéis do fundo das gaiolas, limpeza das prateleiras e lavagem do criadouro, é fundamental.





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